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O EVANGELHO


II DOMINGO DA IGREJA DE CRISTO NA QUARESMA.
UMA NOVIDADE DE VIDA – Jo 3:1-17.

Todos nós, mulheres e homens neste mundo de Deus, temos necessidade de uma transformação, de uma novidade de vida. Uma vida que não esteja baseada na nossa natureza terrena, carnal e decaída da graça de Deus : a humanidade afastada do Deus Criador. Mas, uma nova vida e uma vida nova, uma vida transformada pela ação etérea do divino em nosso ser. Uma misteriosa ação do Deus Eterno em cada ser, transformando a sua natureza terrena em natureza divina! Tal qual a transformação que Jesus Cristo, o Homem de Nazaré, realiza ao transformar a água em vinho. Natureza líquida : água e vinho. Líquidos com propriedades diferentes e características próprias, diferentes entre si!!!

O Evangelho joanino que em todo o seu contexto, procura expressar com palavras humanas a natureza divinal do Homem de Nazaré, Jesus Cristo, neste diálogo com a religiosidade judaica estereotipada na Lei de Moisés, representativa de toda e qualquer religiosidade conhecida. Aqui quer demonstrar clara e solenemente, a falácia da transformação de vida do ser humano, pela religiosidade em si mesma!!!

A religiosidade é uma qualidade do indivíduo que é caracterizada pela disposição ou tendência do mesmo, para perseguir a sua própria Religião ou a integrar-se às coisas sagradas. O ser religioso, é fruto do sistema religioso.

É necessário mudança radical, não por esforços próprios, mas por ação da divindade, por ação do Deus Eterno, que sempre busca a companhia e a comunhão com a Sua criatura! Há que se ter um novo princípio! Há que se ter um novo começo!

Este novo princípio, é a novidade de vida com vida nova liberta da mentalidade do mundo afastado de Deus; liberta dos condicionamentos sociais, políticos e econômicos impostos pelo “status quo” reinante em nosso cotidiano, em nosso inconsciente coletivo; libertação das inúmeras e questionáveis regras de moralismo, educação ou comportamento social opressivos, que mais servem às classes eletistas e dominantes, do que a tão almejada felicidade individual.

A proposição do Homem de Nazaré é de que “a vida não é assim”, “a vida não é como ela é”! A injustiça, a opressão, a corrupção, a violência, não são coisas normais da vida! O sofrimento, a infelicidade, a falta de prazer e de sentido não é o propósito do Criador para a Sua criatura; não é o objetivo do Deus Eterno para nós seres humanos, mulheres e homens neste Seu mundo!

A novidade de vida não é um esforço próprio para ajudar Deus na transformação do mundo caótico em que vivemos, nos movemos e existimos. É uma livre iniciativa do Eterno em nos aceitar tal como somos : seres humanos corruptos e corrompidos pelo mal. Mas em Cristo, buscados e achados pelo bem e pela vida, para transformação do nosso ser e de nossa realidade, naquilo que Deus quer que nós sejamos : suas filhas e seus filhos amados e preciosos.

A nova vida é um repensar nossa vida e existência, com um novo olhar que avalia realisticamente as nossas ambiguidades, as nossas dualidades e as nossas incoerências, permitindo maior sensibilidade e integração conosco, maior conhecimento de si mesmos. Adquirimos um novo olhar de nós mesmos, adquirimos uma nova visão de vida.

É esta novidade de vida da vida nova que nos permite olhar para a outra, para o outro, e enxergar uma irmã, um irmão de humanidade! Somos todos humanos, criados à imagem e semelhança do Criador! Portanto, somos sempre desafiados a estarmos como Deus, procurando e buscando toda mulher e todo homem, para que em Cristo, cada uma e cada um, tenha a novidade da nova vida em Cristo Jesus!!!



Rev. Wislanildo Franco
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